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quarta-feira, 25 de março de 2015

EUA temem aliança entre Rússia e Alemanha

George Friedman, o chefe da agência privada de inteligência Stratfor, afirmou publicamente pela primeira vez que o governo dos EUA tem como objetivo estratégico primordial impedir uma aliança entre a Rússia e Alemanha.

O bloqueio desta aliança é a única maneira de prevenir o surgimento de uma potência mundial alternativa capaz de desafiar a posição americana como a única superpotência do mundo.

Em uma recente conferência em Chicago, George Friedman, afirmou que o EUA fracassarão neste objetivo primordial.


Segundo Friedman, a tecnologia e o capital alemão se combinarão com os recursos naturais da Rússia para lançar as bases de um mundo verdadeiramente bipolar: EUA contra a Eurásia.

A atual estratégia do Estados Unidos, portanto, trataria de bloquear essa possibilidade, assim como o desenvolvimento tanto da Alemanha como da Rússia.

Essa estratégia explicaria, então, a política realizada por Barack Obama na Ucrânia e a imposição de algumas sanções econômicas que estão prejudicando tanto a Rússia como a Alemanha.

No entanto, Friedman acredita que esta estratégia do EUA está destinada ao fracasso.

Para colocarmos em contexto, cabe destacar que politólogo americano George Friedman é o chefe de inteligência do grupo de pesquisa "Stradtfor Global Intelligence", que fundou em 1996.


A sede de Stratfor se encontra no Texas e assessora 4.000 empresas, particulares e governos do mundo todo.

Entre as empresas assessoradas se econtram o Bank of America, o Departamento de Estado do EUA, Apple, Microsoft, Lockheed Martin, Monsanto e Cisco.

Em dezembro de 2011, foi feito um ataque hacker contra o sistema informático de Stratfor.

Mais tarde foram publicados 90.000 nomes, endereços, números de cartões de crédito e senhas dos clientes de Stratfor.

O ataque foi realizado pelo hacker Jeremy Hammond. Mas posteriormente foi descoberto que o FBI havia instigado o ataque contra o sistema de Stratfor, participando ativamente em todas as fases do ataque digital.

Leia também: [BOMBA] FBI Instruiu Hackers a Invadir Vários Países, Entre Eles o Brasil

Friedman publicou em 2009 um livro intitulado "Os Próximos 100 Anos", no qual falava de questões de política de segurança para o século XXI.

Neste livro afirmou que entre 2020 e 2030, Turquia, Polônia e Japão com o apoio do EUA, se tornariam potências regionais.

No mesmo período, de acordo Friedman, se formará um bloco pró-americano formado por vários Estados da Europa Oriental.

Este último já aconteceu. Do outro lado, na página 66 de sue livro, Friedman disse que:

"A Europa todavia poderia ter que lidar com o ressurgimento da Rússia, a intimidação do Estados Unidos ou as tensões internas".

Atualmente, os três cenários estão em movimento.

(Artigo escrito por Eric Zuesse do Global Research)

Nota do site El Robot Pescador: Por que razão Friedman não disse nada sobre a China? Ela está inclusa no polo euro-asiático ou a China configura um poder a parte?

Em uma previsão realizada em 2010 e publicada no site Business Insider, Stratfor realizou as seguintes previsões para a década de 2010 a 2020.

"Esperamos o colapso econômico da China na próxima década. Seu sistema econômico é muito instável e pensamos que ela chegará a um ponto de ruptura, no qual todas as inconsistências internas virão à tona. No final da década, será bastante óbvio para todos que o milagre da China terminou.

Enquanto isso, a Alemanha será capaz de impor sua vontade sobre um grande número de Estados na União Europeia. A ascensão do poder da Alemanha será tão grande como nunca visto desde o final da década de 1930. Ela irá utilizar seu poder institucional para se impor a todos os demais.

Isso irá causar um notável grau de discórdia e imprevisibilidade na Europa, e isso é algo que os russos vão aproveitar. Os russo se darão conta que estão em uma corrida contra o relógio antes que sua demografia os mate como país, e por isso querem se assegurar de ter um colchão de proteção tão amplo quanto possível. Os russos aproveitarão para se fortalecer em seu perímetro ocidental, com a finalidade de empurrar a fronteira em direção à Europa o quão longe puderem.

Eles sabem que em 20 ou 30 anos não serão capazes de fazer muito, mas querem comprar todo o tempo e o espaço que for possível.


Enquanto isso, o Japão tem um problema: a demografia do Japão é uma das piores do mundo. Na próxima década, terão de encontrar alguma maneira de retificar o fato de que não terão suficiente número de trabalhadores para assegurar o que necessitam.

Eles poderiam recorrer à sua fonte de trabalho excedente tradicional, que é a Coreia e a China, cujo caso poderia ter algum conflito no leste da Ásia, talvez mesmo de natureza militar.

Em uma questão demográfica mais ampla, todos os países do mundo desenvolvido e a maior parte dos países em via de desenvolvimento estão envelhecendo.

Veremos uma grande quantidade de países cujas populações já não crescerão mais.

A base econômica que está condicionado o desenvolvimento humano nos últimos milênios era baseado no fato de que as populações continuavam crescendo, assim como os mercados e o capital disponível.

Nesta próxima década, isto começará a se inverter e em última instância entraremos em um ambiente deflacionário, algo que vai piorar nas próximas décadas..."

Acertaram em suas previsões o pessoal de Stratfor?

Predomina nelas a arrogância norte-americana ou devemos ignorá-los?

A informação está aqui: o tempo dirá se acertaram algo ou não...

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/

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